Lua
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Explorando o sistema solar ……
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Lua
A ilustração da hipótese do impacto gigante que acredita-se ter formado a Lua. Credit: NASA/JPL-Caltech A Lua é o único satélite natural da Terra e o quinto maior do Sistema Solar. Entre os satélites cuja densidade é conhecida, a Lua é o segundo mais denso, atrás de Io. Estima-se que a formação da Lua tenha ocorrido há cerca de 4,5 bilhões de anos, relativamente pouco tempo após a formação da Terra. Embora no passado tenham sido propostas várias hipóteses para a sua origem, a explicação mais consensual atualmente é a de que a Lua tenha se formado a partir dos detritos de um impacto de proporções gigantescas entre a Terra e um outro corpo do tamanho de Marte. A lua da Terra ao longo de milhares de anos serviu como um marcador de tempo, ou se quisermos um relógio sempre presente no nosso céu. Sua influência sobre os ciclos da Terra, como por exemplo as marés, foi observado e registrado por várias culturas em diferentes épocas da nossa civilização. Da Terra, vemos sempre a mesma face da lua porque ela gira em seu eixo na mesma velocidade com que gira ao redor da Terra (ou seja, ela está em rotação síncrona com a Terra).  O que sabemos sobre a Lua? O vídeo ao lado, mostra como provavelmente, foi a evolução da lua, num período que durou milhões de anos. Quando observamos a lua vemos regiões mais claras e mais escuras, as áreas claras são conhecidas como as terras altas, por sua vez as escuras, são chamadas de mares, estas, são bacias de impacto que foram preenchidas com lava vulcânica entre 4,2 e 1,2 bilhões de anos atrás.  Essas áreas claras e escuras representam rochas de diferente composição e idades, que fornecem evidências de como o início da crosta pode ter cristalizado a partir de um oceano de magma lunar. As crateras, que estão sendo preservadas por bilhões de anos, fornecem o histórico de impactos na superfície lunar.  A evolução da lua. As áreas escuras na superfície da Lua são chamadas de mares. Os mares da Lua são planícies vulcânicas feitas de um tipo de rocha conhecida como basalto.  Por volta de 100 milhões de anos a maior parte do "oceano de magma" foi se cristalizando, com rochas menos densas flutuando para cima e formando a crosta lunar. Desde o tempo em que havia atividade vulcânica, a lua é um corpo árido e sem vida, mantendo-se assim sem sofrer alterações. Não há uma atmosfera, que poderia impedir os impactos de asteroides, meteoros que atingem a superfície. Ao longo de bilhões de anos, a superfície foi recebendo uma infinidade de rochas que variam de  todos  os tamanhos. Quase toda a lua é coberta por uma pilha de escombros de cor cinza-carvão, poeira e detritos rochosos chamado de regolito lunar. Regolito é uma camada solta de material heterogêneo e superficial que cobre uma rocha sólida. Ele inclui poeira, solo, rocha quebrada e outros materiais correlatos e está presente na Terra, na Lua, em Marte, em alguns asteroides e outros planetas terrestres e luas. Na Lua, o regolito que cobre a superfície deve-se à erosão cósmica, dito comumente como atomização ou meteorização das rochas pela brusca variação de temperatura, choque com outros meteoritos ou outros processos físicos. Na imagem podemos ver as terras altas, com uma cor clara e seus respectivos nomes em latin.  A lua foi visitada pela primeira vez pela nave soviética Luna 1 e Luna 2 , em 1959, em seguida os americanos também enviaram naves a lua.  Para poder realizar o objetivo de conseguir levar o homem na Lua os americanos realizaram três missões diferentes.   O primeiro programa foi denominada Rangers (1961-1965).  O Programa Ranger, foi constituído por uma série de missões espaciais não tripuladas. O objetivo das missões, era obter imagens da  superfície da Lua com detalhes.  O segudo programa Lunar Orbiter (1966-1967) mapeou a superfície para encontrar locais de desembarque e por último o programa Surveyors (1966-1968 ) para verificar se era possivel um pouso suave na lua.   A exploração da lua. Apollo 15 Apollo 16 Apollo 17 Estes nomes foram dados por Galileu Galilei quando observou a lua pela primeira vez com uma luneta. No entanto tudo indica que a ideia de utilizar os nomes terras altas e mares tenha surgido na antiga Grécia, muito antes da invenção da luneta e os telescópios.   Crédito de imagem: NASA Apollo 12 Apollo 14 Author- Alexander Mokletsov LUNA 1 LUNA 2 NSSDCA/COSPAR ID: 1959-014A  O programa Apollo O primeiro pouso humano na Lua foi em 20 de julho de 1969. Durante as missões Apollo de 1969-1972, 12 astronautas americanos caminharam pela superfície lunar e também foi utilizado um Veículo Lunar para poder se deslocar pela superfície estudando a mecânica dos solos, meteoros, campos magnéticos, e o vento solar. Os astronautas do projeto Apollo, trouxeram para a Terra, 382 quilos de rochas do solo lunar para estudo. Apollo 11 NASA NASA NASA NASA NASA NASA NASA NASA  A estrutura interna da lua. Muito parecido com a Terra, a Lua tem uma estrutura que inclui um núcleo interno, um núcleo externo, um manto e uma crosta. O núcleo é uma esfera rica em ferro e sólido que mede 240 km, e é rodeado por um núcleo exterior que é composto principalmente por ferro líquido e que possui um raio aproximado de 300 km. Ao redor do núcleo encontramos uma camada limite com material parcialmente fundido com um raio de 500 km.  A Lua é o segundo satélite mais denso no sistema solar depois de Io (lua de Júpiter). No entanto, o núcleo interno da lua é pequeno, aproximadamente 20% do seu raio total. Sua composição é provavelmente uma liga de ferro metálico com uma pequena quantidade de enxofre e níquel. A presença de água também foi confirmado na Lua, a maior parte está localizado nos pólos em crateras permanentemente sombreadas, e possivelmente também em reservatórios localizados sob a superfície lunar. Núcleo interno Núcleo externo Manto Crosta  Por que a Lua muda sua aparência ?  A Lua, nosso satélite natural não possui luz própria, de forma que a parte iluminada que nós vemos da Terra ocorre pela reflexão da luz solar.  O lado da lua que está de frente para o Sol está sempre iluminado, por ser um corpo aproximadamente esférico. A parte iluminada que podemos ver da Terra muda sua forma continuamente, provocado pelo movimento da lua. Dizemos então que a Lua possui “fases".    Como nós vemos a lua à noite durante a passagem de um mês. Desenho de Galileu, onde retrata as fases da Lua em 1610.  O que são crateras de impacto? Darryl E. Waller -Ames Research Center, Moffett Field, Califórnia  As crateras de impacto, são um fenômeno comum e universal em todos os planetas e satélites. No entanto, nós ainda não entendemos completamente este complicado processo. A Lua é uma das melhores bibliotecas de crateras de impacto em nosso sistema solar, isto se deve ao fato que a sua superfície não é modificada por intemperismo atmosférica ou erosão da água. Desta forma, as crateras lunares permanecem intactas. Na imagem acima é da cratera Giordano Bruno, foi feita pela nave Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO), que sobrevoa a Lua fazendo imagens de alta resolução.  A cratera Giordano Bruno é uma cratera grande e recente, o que significa que o impacto que a criou tenha ocorrido nos últimos milhares de anos. A cratera possui aproximadamente 22 quilômetros de diâmetro e profundidade de 2500 m. Na segunda imagem que se parece com o fundo de um lago seco e rachado, na verdade é a imagem do fundo da cratera. Estas características possibilitam os cientistas afirmarem que com o impacto, houve o derretimento da rocha e em seguida sua solidificação, dando o formato característico das crateras de impacto. Créditos: NASA / Goddard / Arizona State University impacto do meteorito Rocha e meteorito fundidos material jogado na superfície material ejetado Autor: Luis María Benítez - adaptado Uma cratera de impacto é formada quando um objeto como um asteroide ou meteorito se choca contra a superfície de um objeto sólido maior como um planeta ou uma lua.  Para formar uma cratera de impacto, este objeto precisa estar viajando em alta velocidade, milhares de quilômetros por hora!   Quando um corpo, como a Lua, recebe um meteorito com uma grande velocidade, por causa do choque, forma a cratera. No choque o meteorito vaporiza e cria enormes ondas de choque através do solo que derrete a rocha no local e em seguida recristaliza a rocha.  Tudo o que resta é um buraco circular no solo e algumas rochas fragmentadas!