Urano
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Explorando o sistema solar ……
Sol
Saturno
Lua
Distância de Urano ao Sol. Comparando tamanhos. Estrutura interna de Urano. Comparando a massa. Temperaturas de Urano. Rotação de Urano. O tempo de rotação de Urano é de 17,24 horas terrestres. Movimento de translação de Urano A massa de 14,5 Terras corresponde a massa de Urano. O que sabemos sobre Urano ? Urano Terra Duração do movimento de translação ao redor do Sol é de 84 anos terrestres. Composição da atmosfera de Urano Urano é o sétimo planeta do Sistema Solar. Foi descoberto por William Herschel em 1781. Urano recebeu este nome por causa do deus romano, que na mitologia era o pai dos Titãs. Urano se encontra mais de 2.800 milhões de quilômetros do Sol, a esta distância, a temperatura de suas nuvens mais altas da atmosfera é de -214 °C. Devido à grande distância de Urano, ele torna-se um planeta difícil de ser estudado. Muitas vezes os cientistas se utilizam da matemática para prever como o planeta se comporta.  Seu movimento de translação é bastante lento, por isso ele provoca uma demora de 84 anos terrestres para completar uma volta ao redor do Sol. Urano é um planeta gigante, o terceiro maior planeta do nosso Sistema Solar, seriam necessárias 64 Terras para termos o mesmo tamanho. Da mesma forma que os outros gigantes gasosos, ele também possui um movimento de rotação bastante rápido, aproximadamente 17 horas. Urano gira como um pião, porém com uma particularidade, o seu eixo de movimento está na horizontal, como pode ser visto nas figuras ao lado. A consequência deste movimento é de que a luz solar atinge diretamente em seus polos, bem diferente do que ocorre na Terra onde a luz solar incide diretamente no equador. Cada polo possui um verão e um inverno com duração de 21 anos terrestres, tornando estas regiões as mais quentes e as mais frias do planeta. Os cientistas acreditam que este movimento exista em função do choque do planeta com um corpo de grandes dimensões há muito tempo. Veja a ilustração a seguir.  Urano possui 13 anéis, que só foram descobertos 1977, eles foram fotografados diretamente quando a Voyager 2 passou pelo planeta. São compostos de partículas extremamente escuras e são constituídos de poeira. A maioria destes anéis são extremamente finos.  Image Credit: NASA/JPL  Quando a nave espacial Voyager 2 visitou Urano em 1986, não era possível ver com nitidez o que ocorria nas nuvens externas ao planeta. No entanto imagens recentes feitas pelo Telescópio Espacial Hubble mostram grandes tempestades em sua atmosfera. Urano é um planeta gelado, com tempestades violentas e, como a maioria dos outros planetas gasosos o seu acesso ao ser humano é praticamente impossível. Não há uma superfície para uma nave pousar, e os gases que ali existem, devido à grande pressão são transformados em líquido. Uma pessoa ou nave espacial que entrasse em sua atmosfera seria esmagada. Os principais gases na atmosfera são hidrogénio e hélio, com uma pequena quantidade de metano. O metano é o responsável por espalhar a luz azul esverdeada dando o colorido ao planeta que observamos através do telescópio. No seu centro, acredita-se haver um pequeno núcleo rochoso. Isto explicaria o seu grande volume comparado com a Terra, pois apesar de precisarmos de 64 Terras para termos o planeta Urano, sua massa corresponde a 14,5 Terras.    O que sabemos sobre as luas de Urano As cinco principais são; Miranda, Ariel, Umbriel, Titânia e Oberon. O maior dos satélites, Titânia, tem um raio de somente 788,9 km, menos da metade do raio da Lua. Urano As luas e Urano, não estão em escala. momento do choque provável consequência do choque O sistema de anéis foi definitivamente descoberto em 1977  no Kuiper Airborne Observatory. A descoberta foi acidental; eles planejavam utilizar a ocultação de uma estrela por Urano para estudar a atmosfera do planeta. Quando suas observações foram analisadas, eles descobriram que a estrela tinha desaparecido rapidamente cinco vezes antes e depois de ser ocultada pelo planeta. Eles concluíram que deveria existir um sistema de anéis ao redor do planeta, que deram o nome de Alpha, Beta, Gamma, Delta e Epsilon em ordem crescente de distância do planeta.  Mais tarde, eles detectaram quatro outros anéis. Os anéis foram fotografados diretamente quando a Voyager 2 passou pelo planeta. A sonda também descobriu outros dois anéis fracos, elevando o número para onze. Em dezembro de 2005, o Telescópio Espacial Hubble detectou um par de anéis desconhecidos. O maior é localizado no dobro da distância do planeta do que os outros anéis conhecidos. Estes dois anéis estão tão longe do planeta que foram denominados sistema de anéis "exteriores". Os novos anéis aumentaram a quantidade total para treze.  O sistema de anéis de Urano Enquanto a maioria dos satélites que orbitam outros planetas receberam nomes da mitologia grega, as luas de Urano recebem nomes de personagens dos livros de Shakespeare, sendo que duas destas luas possuem os nomes de personagens das obras de Alexander Pope. Oberom e Titânia são as maiores luas de Urano, e foram as primeiras descobertas por William Herschel em 1787. William Lassell em 1851 descobriu Ariel e Umbriel. Quase um século depois, em 1948, Gerard Kuiper descobriu Miranda.  Somente com a passagem da sonda americana, Voyager 2 em 1986 é que foram descobertas 11 novas luas: Julieta, Puck, Cordélia, Ofélia, Bianca, Desdémona, Porcia, Rosalinda, Créssida, Belinda e Perdita. Com a melhoria dos telescópios terrestres e com o lançamento do Telescópio Espacial Hubble, hoje temos no total 27 luas conhecidas.  Todas as luas de Urano observadas pela Voyager 2, indicam que são constituídas de gelo e rochas. A composição das luas mais distantes que a órbita de Oberom permanece desconhecida, mas provavelmente são asteroides capturados pela atração gravitacional de Urano.  Image Credit: NASA/JPL Alguns satélites de Urano e seus 13 anéis Cordélia Ofélia